Ei, galera! O Thief VR: Legacy of Shadow está chegando com tudo para colocar a série furtiva de volta nos trilhos. É hora de se
Ei, galera! Depois de 11 anos desde o último reboot meio fraquinho, a série Thief está de volta com Thief VR: Legacy Of Shadow! Agora, os aspirantes a ladrões vão poder roubar seus tesouros de forma ainda mais imersiva com a realidade virtual. Legacy Of Shadow é o quinto jogo da série e, segundo os desenvolvedores, se passa 200 anos após o terceiro jogo, Thief: Deadly Shadows, e 200 anos antes do reboot de 2014. É hora de colocar suas habilidades de ladrão à prova de forma virtual!
E aí, galera! Vamos falar sobre Thief VR: Legacy of Shadow! Nesse jogo, você assume o controle da personagem Magpie, que é novata na série. Em determinado momento, ela pega o lendário olho mecânico de Garrett, aquele mesmo que ele ganhou no primeiro jogo. Esse olho não só permite que Magpie ative algo chamado Visão de Glifo, que destaca inimigos e pontos de interesse próximos, mas também traz de volta a voz incrível de Stephen Russell, o dublador original de Garrett, que agora Magpie começa a ouvir em sua cabeça após obter o olho. É muita nostalgia e ação garantida nesse game!
Ei, galera! Tive a oportunidade de jogar dois níveis do game no PSVR 2 recentemente. Comecei pelo nível tutorial Stonemarket, onde conhecemos o novo protagonista Magpie e revisitamos a cidade e seus guardas atentos. Depois de concluir essa parte, fui direto para Ravencourt Manor, um nível de roubo no estilo clássico Thief, onde tive que me infiltrar no manor para roubar um tesouro misterioso chamado Pedra Glyph. Foi uma aventura e tanto!
Ei, galera! Sobre o Legacy of Shadow, visualmente falando, o jogo é muito bonito, num estilo meio sombrio, opressivo, provavelmente com um cheiro bem ruim, meio Steampunk, saca? O HDR do PSVR2 combina super bem com os ambientes escuros, cheios de detalhes legais tanto por fora, com vistas incríveis da cidade, quanto por dentro, nos cenários e objetos. Os gráficos têm uma pegada meio realista, cheios de detalhes, mas com um toque de cel shading, o que combina bem com o cenário e deixa o jogo com uma vibe mais parecida com o reboot moderno do Thief do que com os originais dos anos 2000. Bem legal, né?
Cara, a iluminação estava incrível, né? Tipo, aquele fogo estalando na rua projetando as sombras dos guardas nas paredes ali perto, aí eu conseguia ver pra onde eles estavam indo sem precisar sair da escuridão. E aí, Magpie, igual o resto do mundo, tem aquelas mãos e luvas super detalhadas no estilo de quadrinhos, mas quem curte controlar um personagem completo vai ficar na bad, porque aqui só dá pra controlar umas mãos flutuantes, saca?
Falando sobre interações virtuais, bora falar das mãozinhas mágicas? Cara, a quantidade de coisas legais que você pode pegar, brincar e sentir em um jogo de realidade virtual é crucial, né? Ainda bem que nesse game tem uma porrada de interações legais. Dá pra abrir gavetas, comer comidinhas, apagar velas, abrir dutos de ar e é claro, tem um monte de objetos pra pegar, quebrar ou jogar pra se distrair. Além disso, tem uma bolsinha de inventário física onde você guarda chaves e itens de missões, e um mecanismo de abrir fechaduras bem satisfatório que envolve giros suaves dos pulsos pra achar os pontos certos da fechadura. Mandou bem, né?
A sensação de estar imerso em um mundo sólido à sua volta não é tão bem executada quanto, por exemplo, em Batman Arkham Shadow. Esse foi um jogo de furtividade semelhante, mas com atenção extra aos pequenos detalhes. Nele, por exemplo, seus dedos virtuais reagiam às superfícies ásperas pelas quais passavam, seguindo os contornos e bordas de beiradas ou paredes. Em Legacy of Shadows, quando tentei algo parecido, as mãos da Magpie mal registraram a diferença, o que, embora não seja algo que estrague a experiência de forma alguma, acabou diminuindo um pouco minha imersão.
Eita, galera, bora falar desse reboot de Thief que não agradou muito os fãs da série, né? O jogo focou mais em ação de parkour linear e menos naquelas missões clássicas de furtar. A galera queria explorar os ambientes, se esgueirar pelos cantos, não só ficar pulando de A para B em vigas de madeira e paredes escaláveis. Mas e aí, será que o Legacy of Shadow se saiu melhor nesse aspecto? Olha, temos boas e más notícias. O primeiro nível de tutorial lembra bastante visualmente o quarto jogo, mas a abordagem do design de fase também é parecida. Não teve tanto parkour, nem tantas paredes para escalar, teve algumas áreas com loops e até um esgoto para atravessar, mas ainda assim deu aquela sensação de linearidade.
Bom, dando um voto de confiança ao jogo, este nível foi provavelmente simplificado para facilitar a entrada das pessoas na experiência, já que o nível posterior que joguei, Ravencourt Manor, era muito mais complexo em seu design, lembrando os clássicos jogos Thief. Existiam várias rotas de entrada no Manor, diferentes caminhos para seguir dentro e fora do prédio, e a estrutura em vários andares do local incentivava a exploração furtiva e o planejamento cuidadoso. Posso dizer que este nível parecia menor do que o clássico nível Lord Bafford’s Manor do primeiro jogo, mas como contrapartida, os visuais modernos fizeram com que Ravencourt parecesse um local muito mais realista para se habitar.
Galera, um jogo do Thief não é um jogo do Thief de verdade se a furtividade não estiver bem feita, e foi mais um motivo pelo qual o reboot não agradou muito aos fãs. Mas calma, porque o Legacy of Shadow parece estar no caminho certo, principalmente por causa da inclusão da realidade virtual, que deixa a sensação de se esconder atrás de caixas e espiar de bueiros muito mais imersiva. Claro, o reboot do Thief tinha um botão de "Espiar", mas no Legacy of Shadows, seu pescoço é o botão de espiar e isso torna cada momento de furtividade e espionagem muito mais realista – você está realmente ali, afinal de contas!
E aí, galera! Se você quer passar despercebido pelos guardas, mais uma vez a dica é se manter nas sombras. O jogo traz um medidor de luz na luva da personagem Magpie, para te indicar se você está visível. Além disso, você conta com ferramentas bem legais para apagar fontes de luz, como flechas d’água e a habilidade de apagar chamas de velas. Uma das adições mais bacanas é que você pode soprar fisicamente as velas usando o microfone do seu headset, o que também pode ser usado como uma ferramenta de distração. Com essa opção ativada, o microfone capta sua voz, permitindo que você grite para distrair os guardas ou atraí-los até você. Mas, talvez seja melhor deixar essa função desligada se você é um streamer e quer comentar sua jogatina, já que ficar falando o tempo todo vai revelar sua localização constantemente.
Mano, teve umas partes iradas de furtividade que se destacaram durante a minha jogatina. Uma delas foi quando tive que me esgueirar por uma sala com um guarda dormindo, abrindo gavetas e lendo notas até descobrir como destrancar a porta de uma cela para pegar o loot lá dentro. E teve outra vez que sem querer alertei dois soldados que estavam guardando a saída do nível enquanto tentava sair dos esgotos. Os caras vieram na minha direção, então dei um salto de volta para os esgotos, subi por outra tampa de bueiro e saí correndo pela saída que agora estava sem guarda. Loucura, né?
Outras mecânicas furtivas no jogo incluem roubar carteiras, usar arco e flecha para eliminar inimigos à distância ou de forma silenciosa e, se estiver se sentindo esperto, há muitos objetos espalhados que você pode lançar nos guardas adormecidos só para trollá-los antes de escapar.
E aí, galera do mundo gamer! Se você está tentando correr para a saída de um nível depois de roubar umas coisinhas nas lojas, é crucial conseguir se mover com precisão, e os controles de movimento de Legacy of Shadow eram bem responsivos. Aqui não tem teleporte, só movimento suave, mas você pode escolher entre virar com cliques ou de forma mais fluida se estiver se sentindo meio enjoado. Essa era a única opção de movimento nos menus da demonstração que joguei, então agachar tinha que ser feito apertando um botão em vez de agachar fisicamente, o que, convenhamos, é provavelmente a melhor opção – jogar esse game sem clique para agachar seria um assassinato para os joelhos. Não tive problemas em explorar os ambientes, mas também há muitos lugares para escalar, seja escadas para alcançar pontos de vantagem ou tijolos convenientemente colocados que inevitavelmente levam a um belo esconderijo de tesouros. Sempre que precisei escalar algo, minha pegada foi precisa e não tive dificuldade para me puxar para cima ou saltar por janelas.
Claro, só porque o movimento funciona bem não significa que você não vai acabar dando bobeira em uma esquina e ser pego por um guarda patrulhando, e é aí que entra o combate. Embora, na verdade, não pude experimentar muito o combate, pois me disseram que é melhor evitar ser visto, já que a morte chega rápido uma vez que você é detectado. Você tem uma arma blackjack, que será familiar para os fãs da série, e pode usá-la para nocautear inimigos por trás, mas é inútil em combates frente a frente. A única arma letal que experimentei foi o arco, que, para mim pelo menos, parecia um pouco desajeitado para mirar. Definitivamente não é útil em longas distâncias e não parece causar muito dano, então é melhor limitar seu uso como uma ferramenta que auxilia sua furtividade, pois parece ser uma arma de assassinato bastante não confiável.
Galera, pelo que vi, Thief VR parece ser uma adição que vale a pena à série, juntando o estilo de gameplay dos originais e do remake em um jogo de stealth para VR que deve agradar aos fãs hardcore, além de trazer uma abordagem moderna para os novatos. O retorno de Garrett com certeza vai deixar os fãs animados, e já consigo imaginar os fãs de Thief que não têm VR lamentando o fato de não poderem jogar sem antes investir em um headset. Em termos de execução, ele fica um pouco atrás de Batman Arkham Shadow, que pra mim é o padrão ouro de imersão em VR – especialmente porque foi exclusivo do Quest 3 – mas ainda parece que será uma experiência desafiadora e bem montada no universo Thief. E, na minha opinião, jogos de stealth são muito mais legais e emocionantes em VR do que na tela tradicional. Se você, assim como eu, quer mergulhar de cabeça em um Thief, vai poder fazer isso no PlayStation VR2, PC VR, Meta Quest 2, 3 e 3S ainda este ano.
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Ei, galera gamer! Olha só, em 2026, o Eurogamer.net, que é tipo um primo do IGN Entertainment, tá bombando! Eles tão lá na Mansell Street, em Londres, com tudo registrado e protegido. Não dá mole, não! O Eurogamer é o xodó da Gamer Network Limited, então já sabe, né? Não vai sair reproduzindo nada desse site sem pedir