Final Fantasy Tactics: A Hero’s Journey Through Political Turmoil – Ramza Beoulve and the Modern World of Heretics

E aí, galera! Vamos falar sobre como Final Fantasy Tactics trouxe uma abordagem política revolucionária e por que o Ramza Beoulve é um herói

Ei, galera! Olha só, antes de começar a ler, só queria avisar que esse artigo vai ter uns spoilers da história do Final Fantasy Tactics, que já tem quase

E aí, galera! Sabe aquele personagem maneiro do jogo Final Fantasy Tactics: The Ivalice Chronicles? Então, é o Ramza Beoulve! Ele é filho de um cavaleiro orgulhoso e descendente de uma linhagem nobre, ou seja, tem tudo para ser um herói épico, né? Mas, olha só, a história não foi muito legal com ele não. Em vez de ser lembrado como um cavaleiro corajoso, o Ramza ficou marcado como um herege que desafiou a igreja. Sacanagem, né? O cara era top, lutava pelos mais necessitados e enfrentava os poderosos corruptos. Dá até para fazer uma reflexão sobre como os "hereges" de hoje são tratados, mano. Massa, né?

Galera, é meio estranho fazer essa conexão, mas olha só, os criadores de The Ivalice Chronicles sabem muito bem que estão relançando esse clássico num mundo cheio de violência e conflitos políticos, né? O diretor e roteirista original do Final Fantasy Tactics, Yasumi Matsuno, já comentou que escreveu a história durante uma época conturbada no Japão, lá nos anos 90. E agora, com o remaster saindo, a situação mundial também não tá muito diferente, cheia de tensões e instabilidades. Louco, né?

Ei, galera! Em 2025, numa época em que a desigualdade e a divisão estão presentes na nossa sociedade, Matsuno compartilhou essa história de novo nas redes sociais. Ele disse: "A vontade de resistir está em suas

Ei, galera, bora falar sobre o universo de Ivalice? É tão bem construído que fica difícil não relacionar a história de Ramza com o mundo real. Enquanto Delita Heiral, que começou como colega cavaleiro de Ramza, traça seus planos durante a guerra para subir na vida e acabar com o conflito sozinho, Ramza segue em frente como um protagonista de RPG clássico, com toda aquela determinação sincera. A história de Delita é lembrada como a do plebeu que se tornou rei e uniu o reino, mas ao explorar as Crônicas de Ivalice, percebemos que é a honesta cavalaria de Ramza – sempre o levando a confrontar os poderosos – que realmente muda o rumo da guerra. Bora jogar mais e descobrir esses segredos de Ivalice!

E aí, galera! Aqui no nosso mundinho, em 5 de julho deste ano, o parlamento do Reino Unido aprovou uma proibição da organização de protesto de ação direta Palestina Action, rotulando-os como grupo terrorista. Isso veio após vários atos de protesto contra a guerra em Gaza, incluindo a vandalização de uma fábrica da Leonardo em Edimburgo e atos semelhantes em campi universitários, além de invasões na base da RAF em Brize Norton para jogar tinta vermelha em dois aviões militares. A decisão parlamentar criminaliza a arrecadação de fundos e demonstrações públicas de apoio à organização; até agora, 138 pessoas foram acusadas de apoiar o grupo. Os três primeiros (presos durante um protesto anti-guerra do lado de fora do Parlamento) recentemente se declararam não culpados

E aí, galera, beleza? Bora falar sobre os ataques que rolaram em Israel em outubro de 2023, onde o Hamas mandou ver, né? Os números são pesados: mais de 64 mil palestinos foram mortos e quase 164 mil ficaram feridos desde o início da guerra em Gaza. E olha que tenso: vazou uma parada mostrando que mais de 80% das vítimas eram civis. A situação tá tão crítica que a região entrou em estado de fome, o que vai causar ainda mais mortes. Uma investigação da ONU até falou que Israel tá cometendo genocídio contra os palestinos em Gaza. Loucura, né? Vamos ficar de olho nessa parada aí.

Galera, bora falar sobre o que tá rolando nesse momento histórico? Independente de concordarmos ou não com as táticas do grupo Palestine Action, os números de vítimas em Gaza só aumentam, né?! Não é de se espantar que as pessoas queiram se manifestar contra tanta violência. Não dá pra saber ao certo o que motivou cada um dos 138 acusados de apoiar o Palestine Action, mas acredito que muitos protestaram por verem que um grupo está sendo massacrado de forma desproporcional. E agora esses manifestantes estão encarando possíveis penas de prisão. A situação tá tensa, galera!

Ei, galera! Nos Estados Unidos, onde tô escrevendo, aconteceram uns casos de pessoal sendo punido por falar de política. Depois do assassinato do comentarista político americano Charlie Kirk, a desenvolvedora do jogo Ghost of Yotei, Sucker Punch, demitiu um desenvolvedor sênior por fazer comentários sobre Kirk nas redes sociais. É tipo um rótulo de herege, né? O assassinato de Kirk foi um ato trágico de violência política sem noção, mas o próprio Kirk era uma figura controversa na política americana, que, entre outras coisas, questionava as qualificações e habilidades dos afro-americanos que estavam "rondando" a América urbana, pediu para Taylor Swift "se submeter ao marido" e disse que faria sua filha de 10 anos levar uma gravidez resultante de estupro até o fim. Loucura, né?

Vish, não é de se espantar que alguém possa ter pensamentos complicados e talvez não muito elogiosos sobre o cara, mas falar dessas coisas, que uma análise honesta do cara exige, significa correr o risco de ser criticado por muita gente. Talvez a melhor opção seja ficar de boca fechada (com certeza é a opção mais segura no momento), mas para muita gente, ficar calado não seria honesto com sua personalidade ou suas próprias crenças

E aí, galera gamer! Olha só o que rolou na TV americana: o comediante Jimmy Kimmel deu uma escapada do ar por um tempo por causa de uns comentários que fez sobre o Kirk no seu programa. Parece que rolou uma censura do governo, saca só! Kimmel soltou umas palavras sobre um tal Tyler Robinson, que tava sendo suspeito de assassinar o Kirk, e criticou o pessoal que ele chamou de "gangue MAGA", dizendo que estavam querendo se dar bem politicamente com a tragédia. Loucura, né?

Beleza, galera, vamos descomplicar essa parada. Na real, o que o Kimmel falou tem um fundo de verdade. Depois do assassinato, teve gente aí inventando que o assassino de Kirk era uma pessoa trans. Mas agora sabemos que não é bem assim; o que dá pra afirmar com certeza é que o Robinson era um cara super conectado, cheio de ideias políticas confusas, e, como muitos americanos, tinha uma arma fácil de acessar. Loucura, né?

Mano, esse comentário gerou uma quantidade absurda de raiva, mano! Muita gente achou que o que o Kimmel falou foi desrespeitoso e sem noção, especialmente por se tratar da morte do Kirk. E não foi só o pessoal comum que ficou pistola, não! Até os governantes entraram na parada, dando a entender que poderiam calar a boca de quem não concordasse com a visão política deles. Treta, hein?

Quando se fala sobre a possibilidade de revogar as licenças de transmissão de televisão para provedores que exibem o programa do Kimmel, o presidente da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, Brendan Carr, disse: "Podemos fazer isso do

E aí, galera dos games! Sabe aqueles personagens tipo chocobos e magos negros? Pois é, essas figuras, tipo o Ramza, são meio que os "hereges" de hoje em dia. O nosso mundo pode não ser cheio de duques em guerra como em Ivalice, mas ainda é um lugar onde se opor às guerras pode te colocar na mira. Quando eu olho ao redor, vejo protestos que resultam em acusações criminais e artistas/jornalistas perdendo seus empregos por se recusarem a ignorar verdades difíceis, é como se eu visse um reflexo do Ramza Beoulve. Pode soar bobo à primeira vista, mas obras de arte realmente incríveis nos fazem fazer essas conexões de um jeito que é impossível ignorar.

"Olha só, imagina só a facilidade com a qual os caras são rotulados de hereges," diz um vilão em uma cena de The Ivalice Chronicles. Ele faz essa ameaça para convencer um salteador a emboscar Ramza. A ameaça de ser excluído socialmente pela igreja e pelos funcionários do estado é suficiente para fazer o bandido atacar Ramza e seus aliados. Enquanto isso, na minha realidade, apenas uma ameaça vaga da FCC de tomar medidas contra grandes operadoras de TV – algumas das quais contam com a boa vontade da FCC para aprovar futuras fusões de negócios – foi o suficiente para fazê-las se renderem.

A história de Ramza, como contada em Final Fantasy Tactics, tem um certo idealismo romântico. Inicialmente trabalhando para desvendar a verdade por trás do sequestro de uma princesa, ele lentamente se vê se opondo aos dois lados da "Guerra dos Leões". Quando perguntado por que ele está contra essas forças, ele fala primeiro daqueles prejudicados pela guerra. Ele não luta para servir a um suserano, mas sim "pelos veteranos, que são descartados quando suas espadas não são mais necessárias" e "pela população comum, que é sugada por impostos e taxas".

E aí, galera! Então, nessa história, o pessoal vive meio que dando uma zoada nas palavras do Ramza, principalmente o amigo dele, o Delita Heiral, achando que é coisa de criança. Mas conforme a trama avança e o Ramza é considerado herege pela Igreja de Glabados de Ivalice, fica claro que essa visão simples e direta sobre a guerra é um perigo existencial para os poderes dominantes. No mundo real a gente não tem princesas e espadachins que lançam feitiços, mas com certeza tem gente que se sente ameaçada por ideias simples e diretas sobre guerra, né? A vida é cheia dessas coisas!

Então, se Matsuno nos dá um modelo de como resistir, é através do personagem Ramza. Mesmo em um mundo cheio de sombras e conspirações, Ramza sempre faz o que é correto. Sua recompensa por isso é ser rotulado como herege pelas forças que controlam Ivalice, mas Matsuno faz questão de mostrar o impacto positivo da sinceridade de Ramza no mundo ao seu redor. Isso permite que ele descubra tramas que Delita não se esforça para deter; enquanto Delita quebra juramentos pelo caminho através das casas nobres em busca de seu próprio reino, Ramza descobre que há demônios no centro da guerra: um grupo de senhores e clérigos que alimentam o conflito em busca das poderosas "Pedras do Zodíaco" que concedem poderes incríveis. Essas pedras reagem aos desejos de poder dos homens desesperados, transformando-os invariavelmente em demônios. E é aí que o jogador entra em ação, precisando enfrentar esses demônios em batalhas táticas emocionantes! (Que, vale ressaltar, continuam incríveis mesmo quase 30 anos depois.)

Quando descobrimos que alguém como o Cardeal Delacroix da Igreja de Glabados esconde uma das Pedras do Zodíaco, a reviravolta não é que ele esteve possuído por um demônio o tempo todo. A reviravolta é que a pedra, quando ele a invoca para tentar eliminar Ramza, simplesmente transforma Delacroix em uma forma condizente com sua verdadeira natureza. A pedra não o fez assim, nem sua natureza foi distorcida. Para buscar poder político, para buscar força militar, você já precisa ser um demônio. A busca "infantil" de Ramza por justiça simplesmente expõe essas pessoas e torna sua crueldade impossível de esconder.

Mano, o lance da moral e da ética que o Ramza carrega na dele é tipo aquele fogo que a gente vê nos ativistas que saem às ruas, mesmo que acabem na cadeia. Esse jogo manda a real: se a gente quer resistir, tem que meter as caras. Quem vai falar pelo povão se não a gente, né? É encarando de frente a maldade – ou pelo menos a crueldade e a corrupção, aqui no nosso mundo – que a gente tira essas paradas das sombras e mostra pro mundo o que tá rolando. O Delita, com toda a sua esperteza política, nunca conseguiria isso. Ele pode até conquistar o trono e se dar bem na política, mas é o caminho idealista que o Ramza segue que acaba redimindo Ivalice, saca?

E aí, galera! Sabe aquele jogo clássico Final Fantasy Tactics? Então, a história é contada por um historiador moderno chamado Arazlam Durai, que está lendo os Papéis Durai, escritos por seu antepassado Orran Durai. Durante o jogo, a gente até conhece Orran, que foi queimado na fogueira por heresia por ter apresentado esses papéis em uma conferência da igreja após o final da história principal. Assim como o caminho do Ramza é diferente do do Delita, Orran é julgado e morto só por contar a verdade. Loucura, né?

Galera, bora falar desse jogo que lançou lá em 1997 e até hoje continua sendo um sucesso! O personagem Ramza é daqueles que a gente se identifica, né? Mesmo sendo de um mundo de fantasia, a história dele ainda tem muita relação com o que a gente vê por aí nos jornais, saca? Mostra como a galera é rápida em apontar o dedo pra quem pensa diferente. Mas o legal é que, no final das contas, a verdade sempre aparece, mesmo que demore um pouco. Aquela ideia de que os pequenos gestos de bondade, por menor que sejam, têm um impacto enorme no futuro. E vamos combinar, né, justiça e verdade são muito mais importantes do que qualquer instituição por aí. Então, não importa o que te chamem, sempre vale a pena lutar por esses valores!

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