Super Mario Galaxy 1 + 2: Uma Viagem ao Passado com Pitadas de Frustração – Mas Ainda É Mario, Né?

E aí, galera! Os ports de Super Mario Galaxy 1 + 2 para o Switch são uma excelente adição à coleção, trazendo dois clássicos para a plataforma. Só queria que a Nintendo facilitasse um pouquinho mais a comemoração, né

Galera, olha só, o Super Mario Galaxy está de volta ao Nintendo Switch, mas agora de forma definitiva! Já tínhamos visto ele no Super Mario 3D All-Stars de 2020, mas agora ele está de volta para ficar, sem essa de "por tempo limitado". E não é só isso, a grande novidade é que o Galaxy 2 também está disponível no Switch pela primeira vez! Imagine só, agora temos essa dupla dinâmica dos games disponível em hardware moderno. É ou não é uma ótima notícia para os fãs?

E aí, galera gamer! Hoje vamos falar sobre Super Mario Galaxy e Super Mario Galaxy 2! Depois de passar um tempão jogando esses dois games incríveis, tô na expectativa de ver a galera debatendo sobre qual é o melhor. O Galaxy 2, que é uma rara sequência direta da Nintendo, sem dúvidas está mais polido, com uma organização de fases que joga logo de cara suas melhores ideias e desafios, antes de partir para experiências ousadas e desafios difíceis no final do jogo. Mas, claro, esse game só existe por causa do Galaxy original, que foi

E olha só, esses dois jogos formam uma dupla imbatível de formas diferentes. Vamos falar da base dos jogos: o Galaxy investe pesado em ambientes descontraídos em um mundo central bonito e cheio de histórias, mas que não afetam muito a jornada. Já o Galaxy 2 deixa isso de lado e traz um mundo central bem simples, com menos foco na narrativa. O primeiro jogo lembra bastante os níveis do Super Mario 64, com várias passagens e tal – enquanto o Galaxy 2 segue uma linha mais linear, parecida com os jogos 2D do Mario, o que permite criar mais níveis espetaculares e únicos para a galera se divertir.

Enfim, voltando ao assunto. O engraçado de falar sobre um lançamento de jogos como esses é que não adianta discutir sobre a qualidade do trabalho. Eles são clássicos inegáveis. O tempo não vai mudar isso para as Galáxias tanto quanto não mudou para o primeiro Super Mario Bros. Dito isso, existem detalhes interessantes na jogabilidade desses títulos que só agora são visíveis porque nossas mentes foram coletivamente recalibradas por Odyssey – maneiras pelas quais você percebe que a física do Odyssey é ligeiramente superior, sua narrativa é melhor apresentada e a identidade visual do jogo é mais refinada. Acredito que se você mostrasse esse trio para alguém que nunca os viu antes, eles facilmente identificariam qual jogo é o mais novo – mas nada disso tira o brilho dos jogos da Galáxia.

E aí, galera, beleza? Então, o que realmente importa é a qualidade da adaptação do jogo para outra plataforma, né? E, tipo, tá de boa, sacou? A gente sabe que a Nintendo consegue adaptar jogos do GameCube e Wii de forma bem sucedida para novos consoles. Jogos como os Marios em 3D têm um estilo de arte que envelhece super bem e se adapta superbem a novas resoluções. Antigamente, isso era mais vantajoso para os fãs que gostavam de emular jogos do Wii ou 3DS em resoluções mais altas, mas agora a Nintendo também pode aproveitar ess

E aí, galera! Então, os dois jogos estão rodando a 1080p no Nintendo Switch e a 4K no Switch 2. A interface do usuário foi melhorada e tá tudo mais fluido. É bem legal, e sem dúvida a nova maneira definitiva de jogar esses games. Só não curti tanto a configuração dos controles, mas no geral tá top!

Ei galera, bora falar dos jogos do Mario Galaxy, que foram feitos para serem os jogos top de linha do Wii, definindo o sistema e mudando o cenário dos hardwares, e isso transborda aquela energia de 2006. Os menus foram todos pensados para a interface do ponteiro, com botões grandões e tudo mais. Claro que dá para navegar de forma mais tradicional e a interface do usuário foi ajustada sutilmente, mas o design não mudou de forma fundamental. O mesmo vale para o jogo em si, que presume que você está jogando com um Wii Remote e um nunchuck – sua mão direita livre para apontar para a tela e pegar ou atirar os starbits, ou no Galaxy 2 para interagir com o ambiente usando a língua do Yoshi.

Vocês já devem estar ligados no que está rolando. Se você quer jogar esses games no modo portátil, ou com um Pro Controller – de uma forma mais tradicional, lembrando mais do Odyssey – controlar todas as habilidades do Mario acaba se tornando estranhamente cansativo. Algumas mecânicas acabam ficando em segundo plano, o que é uma pena. Por outro lado, o Joy-Con não é um controle de Wii. O controle de cursor estilo giroscópio não é tão natural ou imediato quanto um ponteiro controlado por sensor.

Beleza, galera, relaxa que a parada vai ficando mais de boa com o tempo. Aos poucos você entra na vibe e fica mais natural, sacou? Mas, não dá para negar que não é tão intuitivo ou bom quanto no Wii. Me lembra o 3D All-Stars e sua versão do Super Mario Sunshine, que mesmo sem os gatilhos analógicos do controle do GameCube funciona bem, mas acaba sendo meio comprometido. Naquele caso, rolou uma atualização depois para dar suporte aos gatilhos – mas óbvio que no Switch não vai rolar suporte ao Wii Remote, então não tem como resolver isso. O que temos é o que vamos ter, galera.

Então, galera, saca só o vacilo que rolou aqui: a falta de controles de mouse. O Switch 2 até tem essa possibilidade, mas não tá sendo usada direito! Num lance bem típico da Nintendo, o Joy-Con 2 mouse é suportado pro segundo jogador no modo co-op, onde pode participar de forma limitada – mas não dá pra usar o mouse de jeito nenhum jogando sozinho. Deve ter sido considerado meio desajeitado, já que você também precisa usar bastante o analógico direito pra controlar a câmera (embora isso seja menos crucial nesse jogo, já que os originais nem tinham controle de câmera) e, é claro, os botões de ação. Mas imagine que massa seria se desse pra alternar pro controle temporário do mouse em momentos que precisam de mais precisão, tipo um player com Joy-Con dividido. Infelizmente, não rolou dessa vez.

Então, galera, olha só, eu ficaria de boa com toda essa situação sem comentar, sabe, se essas reedições não fossem tão caras. Tipo, pagar £34 por um jogo ou quase sessenta pilas pelos dois, aí a parada muda, né? Eu esperaria que caprichassem mais e fizessem uma adaptação mais personalizada desses jogos do Wii para o Switch. Porque, olha, esses jogos são pura diversão, nada de negatividade, mas essas reedições podem ter pegada meio mercenária, sacou?

Gente, preciso comentar que a Nintendo fez umas mudanças bem legais, viu? O Assist Mode é incrível, tornando os jogos mais acessíveis sem perder a essência desafiadora. As melhorias visuais estão top, as novas histórias em estilo livro são fofas e, mesmo as adições de trilha sonora e suporte a amiibo sendo básicas, são bem-vindas.

Então agora eu fico aqui de boa, rolando a tela para cima, e penso comigo mesmo: Ah, são muitas críticas negativas sobre portes perfeitamente bons de dois dos maiores jogos de todos os tempos. E acho que é isso: esses jogos são tão bons, e eram tão perfeitos em suas formas originais (estamos falando de dois dez da Eurogamer – lembra deles? – e um Game of the Generation da Eurogamer) que, em certa medida, tudo o que resta são pequenos detalhes, frustrações e comparações desfavoráveis com os originais quase perfeitos e um sucessor ainda melhor em Odyssey.

E aí, galera! O lance é o seguinte, sério mesmo. A única coisa que alguém com luz no coração pode fazer é gritar aos quatro ventos que esses jogos merecem ser jogados. Eles são sempre uma recomendação instantânea e uma parte essencial da história dos jogos de plataforma. Essas versões para novas plataformas são bem feitas, e a melhor maneira de acessar facilmente esses jogos. Então, claro que é uma recomendação, no final das contas. Só queria que a jornada dos meus sentimentos até essa recomendação fosse um pouco menos complicada.

E aí, galera! Bora confer

E aí

E aí, galera! Vamos

E aí, galera! Vamos

E aí, galera

E aí

Bora fazer o login e descobrir um mundo de

E aí, galera! Tenha acesso a comentários, recomendações de leitura personaliz

Ei galera, beleza? Olha só, em 2026, a Eurogamer.net, que faz parte da IGN Entertainment, tá com tudo! Ah, não esquece: todo o conteúdo deles é protegido por direitos autorais, então nada de sair copiando por aí, beleza? A Eurogamer é marca registrada da Gamer Network Limited. Então, bora respeitar os direitos autor