Hotel Barcelona: Uma Loucura Jank e Divertida pelos Corredores do Terror Cinematográfico com Swery e Suda51

Ei, galera, já ouviram falar desse jogo doidão do Swery, Hotel Barcelona? Não é lá essas coisas, mas a viagem maluca pelos filmes de terror é bem cativante, né? Pressiona X

Você começa Hotel Barcelona com uma cena aérea seguindo um carro pelas montanhas, estilo O Iluminado; alguns minutos depois, um frentista te dá um aviso sombrio sobre o acampamento adiante, onde um jovem jogador de beisebol se afogou. Até o bar que você visita depois parece ter copiado a decoração do Hotel Overlook. A mais recente empreitada excêntrica do desenvolvedor de Deadly Premonition, Hidetaka "Swery" Suehiro – um action-roguelike criado em colaboração com Goichi "Suda51" Suda, de No More Heroes – é uma carta de amor cativante aos filmes de terror, mesmo com seus defeitos.

No jogo "Hotel Barcelona", você assume o papel da agente dos Estados Unidos, Justine Bernstein, que está sempre confusa. Seu pai falecido fez um pacto com um assassino em série chamado Dr. Carnival há muito tempo. Agora, de forma inesperada, você está possuída pela alma falante e maléfica desse médico. Mas, olha só, nem tudo está perdido! Acontece que ter a capacidade de invocar a sede de sangue de um assassino em série famoso é muito útil quando você está lutando contra ondas de zumbis rejeitados de filmes B, em busca da bruxa que matou seu pai.

E aí, galera! Sabe aquele jogo Hotel Barcelona que tem uma premissa meio maluca, mas não empolga muito de primeira? Então, é basicamente um estilo roguelike em plataforma onde você vai avançando da esquerda para a direita espancando monstros até enfrentar o chefão cinco áreas depois em cada nível. Se morrer, volta do início, mas pelo menos dá para usar os itens da tentativa anterior para melhorar suas habilidades na próxima. Só que, como muitos jogos do estúdio White Owls do Swery, ele acaba sendo meio mal acabado. A movimentação é meio escorregadia e sem peso, os visuais são meio estranhos e difíceis de entender, como se tivessem sido feitos com assets de um jogo barato de PS2 enquanto o diretor de arte estava de férias, e a coisa ficou tão bagunçada que até os erros de digitação do roteiro foram parar na dublagem.

Mano, saca só o clima positivo e maluco do Hotel Barcelona, da White Owls? É tipo um jogo cheio de personagens exagerados, diálogos loucos e ideias super inventivas que dá vontade de jogar, sacou? Tipo, você ganha melhorias de habilidades de um monstro – ops, um monstro francês – chamado Tim que mora no armário do seu quarto de hotel. Tem até um barman suspeitamente amigável chamado Grady (óbvio, né?) que troca materiais úteis por orelhas decepadas, e uma máquina de pinball possivelmente assombrada ali no canto, que já sugou um bom tempo meu. E mesmo que a ação estilo roguelike seja parecida com jogos tipo Dead Cells, Hotel Barcelona tem umas ideias próprias que são demais, é isso aí!

Bom, galera, vamos lá! No início, a jogabilidade meio travada de Hotel Barcelona vai soltando aos poucos, especialmente quando você desbloqueia golpes maneiríssimos como chutes altos e socos no chão. Mas, devo dizer, ela continua meio desajeitada de um jeito que acho que não vai melhorar muito. E embora os inimigos nas primeiras fases sejam mais como carne de canhão burros, tô curtindo as reviravoltas que Hotel Barcelona traz a cada nova jogada. Tem uma variedade crescente de facas, bastões, machados, serras elétricas, pistolas, espingardas, lança-chamas e projéteis para complementar seus golpes básicos, bloqueios, esquivas e, sim, até poderes de possessão de assassino em série. Além disso, tem um lance de aleatoriedade que faz com que a hora do dia, o clima e até você sejam diferentes a cada vez

Imagina só, em uma jogatina você está correndo por um cenário misterioso em uma manhã nebulosa cheia de terror, e na próxima visita, lá está você em meio a uma tempestade noturna, agora três vezes mais alto do que antes! E se quiser apimentar ainda mais, tem as Regras de Bondage opcionais (não pergunte…), que introduzem desafios como nenhum ataque corpo a corpo, sem esquivas, modo de 1HP, água letal, e por aí vai – para adicionar um elemento extra de risco e recompensa. Isso traz um pouco mais de variedade para a fórmula inerentemente repetitiva dos jogos roguelike, e ainda há um toque a mais com as portas comicamente incongruentes de cada fase. Passar por uma porta te leva por um caminho diferente até o chefão, além de te conceder um bônus temporário aleatório – talvez mais vida ou um ataque mais forte – que você pode recuperar na próxima jogada. Algumas portas iniciam desafios para completar na hora, enquanto outras te levam a áreas mais discretas com regras de minijogos. Loucura, né?

Então, o principal diferencial do Hotel Barcelona é que você joga ao lado de Fantasmas – basicamente gravações de suas tentativas anteriores – a cada nova jogada. A ideia é que você possa usar suas ações anteriores a seu favor (desde que não se afaste do caminho seguido anteriormente), como, por exemplo, atrair inimigos para perto de suas versões anteriores enquanto elas giram violentamente ao redor. Reconhecidamente, os Fantasmas ainda não se mostraram particularmente úteis além das lutas contra chefes, mas tudo isso contribui para algo que me mantém voltando sempre, mesmo com os problemas inevitáveis.

Galera, não tô aqui dizendo nem por um minuto que Hotel Barcelona é um jogo realmente bom (ou sequer um pouco bom), mas confesso que curti mesmo assim. Sim, as piadas às vezes sem graça não funcionam, e sim, é uma bagunça. Mas é uma homenagem tão carinhosa e entusiasmada aos filmes de terror – com seus easter eggs nada discretos, e sua sequência de vilões assassinos rejeitados e locais de caça familiares – que o nerd do gênero que existe em mim não consegue deixar de se envolver. Será que vou enjoar rápido? Bem possível. Deveria correr para comprar? Provavelmente não. Mas estou feliz por ter passado a manhã percorrendo os estranhos corredores do Hotel Barcelona com um assassino em série dentro de mim? Sim, com certeza!

Dá uma olhada nisso a

E aí, galera! Hoje vamos falar dos querid

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Ei, galera gamer de plantão! Olha só, em 2026, a Eurogamer.net, que faz parte da IGN Entertainment, Inc., tá com tudo! Tipo, eles tão lá na Mansell Street, em Londres, no Reino Unido. Ah, e olha que chique, eles mandaram avisar que não dá pra reproduzir nada desse site sem a permissão do dono dos direitos autorais