Dying Light: The Beast – Corra, pule e atropele zumbis nesse novo capítulo monstruoso da saga!

E aí, galera! Vamos falar sobre o Dying Light: The Beast, que tá trazendo mais a

Pensa só, em 2011, a galera da Techland lançou Dead Island, um jogo de zumbis com foco em combate corpo a corpo que dividiu opiniões, e se passava na ensolarada ilha de Banoi. Três anos depois, surge o Kyle Crane em Dying Light, caindo literalmente na cidade de Harran no meio de um caos total. Agora, depois de resgatar a cidade e seus habitantes sobreviventes de forças malignas (ou não, se você escolheu aquele final específico da expansão Dying Light: The Following), ele está de volta e quer vingança contra o cara que passou os últimos 13 anos torturando ele.

E aí, galera! Vamos falar sobre Dying Light: The Beast? É um jogo que originalmente era pra ser uma expansão extensa, mas acabou se tornando uma coletânea de sucessos da Techland. Um dos grandes destaques é o retorno de Kyle Crane, saindo de uma base subterrânea brilhante, bem ao estilo de Resident Evil, e surgindo na ensolarada Castor Woods, uma antiga cidade turística de um país europeu não especificado. Logo de cara, ele se envolve com Olivia, que tem um plano para potencializar as habilidades selvagens de Crane, extraindo sangue de experimentos monstruosos chamados Quimeras. Enquanto isso, um grupo de sobreviventes se abriga na prefeitura de Old Town, em Castor Woods, e aí que se concentram boa parte das missões de Dying Light: The Beast.

E aí, galera! Dying Light: The Beast já está disponível há mais de uma semana e temos vários personagens retornando nessa nova aventura, mas calma aí que vou evitar spoilers para não estragar a diversão de ninguém. Se você curte aquele clima de suspense e ação, vai se sentir em casa com algumas cenas internas que lembram um pouco The Last of Us, com os Biters (os zumbis do jogo) dando aquele arrepio na espinha. A trilha sonora de The Beast também tá incrível, com uma pegada minimalista e folk que lembra até aquela série da HBO. E olha só, tem um material raro chamado Cordyceps que vai te deixar ainda mais intrigado. Se você ainda tá na dúvida se vale a pena, só posso dizer: prepare-se para muita emoção e desafios!

E aí, galera! Os veículos de Dead Island estão de volta, espalhados pelo cenário, junto com a paisagem campestre enganosamente bucólica de The Following, que contrasta com o distrito industrial metálico de Caster Woods. Enquanto isso, as ruas estreitas da Cidade Velha vão parecer familiares para quem jogou Dying Light. Falando na Cidade Velha, ao contrário de sua sequência, Dying Light 2: Stay Human, alguém tem mantido as plantas daninhas sob controle; essa área urbana parece surpreendentemente arrumada depois de mais de uma dúzia de anos de apocalipse.

E aí, galera! Imagina só o Crane, dando um rolê de boas pela Floresta de Castor, e olha, o cara tá se virando bem, considerando tudo que passou, né? Ele logo se vê ajudando os sobreviventes descolados contra os Biters, bandidos e as forças do soldado antagonista, o Baron, um clone do Albert Wesker com um plano sinistro envolvendo um super híbrido zumbi-humano. Às vezes, ajudar significa encarar as missões chatinhas de buscar coisas, que, vamos combinar, são só pra te fazer explorar o mundo de Dying Light: The Beast, descobrindo zonas seguras, comboios abandonados, áreas escuras infestadas com itens valiosos, mapas do tesouro e mais missões. Assim como em Dying Light, tem toda aquela vibe de restaurar energia e abastecimento de água, e até o Crane

E aí, galera! No novo Dying Light, as várias árvores de habilidades foram simplificadas em uma única página, com muitas habilidades já sendo herdadas do jogo anterior. A grande novidade são os aprimoramentos de Crane, que incluem um modo "besta" onde o herói se transforma em uma máquina de destruição estilo Hulk, pulando alto no ar e esmagando inimigos com seus punhos poderosos. No decorrer do jogo, Crane continua contando com uma variedade de armas brancas, desde tacos de beisebol até martelos e fac

Mano, tá ligado que todos os equipamentos podem ser melhorados com esses esquemas loucos, tipo, dá pra colocar fogo, gelo ou veneno em tudo. Mas olha só, logo de cara já temos armas de longo alcance, só que chamar atenção com elas é pedir pra ser atacado por um monte de zumbis rápidos, conhecidos como Virais. E agora a grana tá mais fácil de conseguir, porque dá pra vender os objetos valiosos por uma boa grana, então não precisa ficar carregando um monte de armas só pra vender depois. E não podemos esquecer da parte de criar coisas, tipo, dá pra fazer coquetel molotov, bandagens, ganzuas e até mesmo um lança-granadas e lança-chamas, meio louco, né?

No coração de Dying Light: The Beast está seu ciclo constante de dia e noite, com o período da noite ainda mais perigoso do que em seu antecessor. A chegada da escuridão traz os Voláteis rápidos e agressivos, e a Techland espertamente removeu o mini-mapa que permitia ao jogador desviar facilmente dessas criaturas viciosas em Dying Light. Somado à perseguição tenaz dos Voláteis, é um momento estressante, intensificado pelo som das cordas quando Crane é inevitavelmente descoberto. Desbloquear as várias casas seguras e torres continua sendo uma empreitada importante, e como muitos aspectos de Dying Light: The Beast, muitas vezes exige as habilidades atléticas incríveis de Crane.

E aí, galera! Falando de parkour, né? Como o Dan Whitehead mencionou em sua análise de Dying Light, lá em 2014, o parkour já tinha perdido um pouco da novidade. Mas mesmo assim, aqui estamos nós, pulando sobre telhados, agarrando em beiradas fininhas impossíveis e pulando entre conjuntos convenientemente estruturados de rochas de montanha. Em pequenas doses (e voluntárias), ainda é uma atividade estranhamente prazerosa; mas quando somos obrigados a subir em igrejas ou postes de eletricidade, aí complica. Na verdade, como apontado pelo Matt Wales da Eurogamer esta semana, Dying Light: The Beast às vezes é um jogo difícil de gostar. O uso de veículos exemplifica isso. Os mortos-vivos parecem atraídos por estradas e trilhas, tornando a viagem de carro uma tarefa desnecessária – se trombar com muitos Biters cambaleantes, seu caminhão pifa, muitas vezes virando uma bomba atraindo Virals. E eu continuo entrando no banco do passageiro por engano, mas não posso culpar muito a Techland por isso, né?

Se liga só, galera, o jogo Dying Light: The Beast não é só mais um jogo qualquer, não! Ele consegue te prender do início ao fim, com cenários de tirar o fôlego e aquelas paisagens de pôr do sol que são de cair o queixo. Tem uma missão sinistra numa instituição mental (com direito a notas perturbadoras dos médicos, tipo Resident Evil, mexendo com coisas que não deviam) e várias side quests fascinantes, ou melhor, assustadoras. Uma delas é uma missão emocionante para encontrar dois sobreviventes apaixonados chamada Um Sinal de Amor, enquanto outra te leva para uma missão horripilante num túnel subterrâneo, Só Para Sua Mente. A jogabilidade e controles são bem familiares, como um abraço de urso, e tem um monte de colecionáveis para quem curte. E olha só, tem faca, arma de fogo, zumbis e inimigos humanos, com um total de 140 armas brancas, 17 armas de longo alcance, além de um monte de tipos de zumbis e inimigos. É diversão garantida!

E aí, galera gamer! Em Dying Light: The Beast, temos três modos de dificuldade: História, Sobrevivência e Brutal. Só que vou te falar, a Sobrevivência já é brutal o suficiente, obrigado! Além disso, o jogo oferece várias opções de acessibilidade e controle, e ainda tem um modo cooperativo para você chamar os amigos e enfrentar os mortos-vivos e os soldados do Barão juntos. É divers

E aí, galera gamer! Vamos falar sobre as opções de acessibilidade em Dying Light: The Beast? Temos o modo para daltônicos que aumenta o contraste e altera outros visuais, opção de alternar entre pressionar ou tocar para os QTEs, várias opções de legenda, incluindo tamanho e cor, redução de enjoo de movimento, áudio mono para usar com um fone de ouvido ou alto-falante, controle de sensibilidade e zona morta dos sticks

Pô, rapaziada, tive uns perrengues no meu gameplay por causa de uns bugs e glitches chatos. Tipo, as imagens travando e objetos flutuando até dá pra relevar, mas o ciclo dia/noite bugado me deixou de cabelo em pé. Tava lá na maior tranquilidade sob o solzão e de repente aparece um bando de inimigos raivosos, nem ligando pro sol forte. Quando consegui chegar numa zona segura e olhei as horas, já era meia-noite em ponto. Como o ciclo é super importante em "Dying Light", essa falha não é nada legal, mas parece que a última atualização da Techland resolveu o problema. O que ainda não foi consertado (pelo menos pra mim no Xbox Series X) é o glitch nos inimigos. Muitas vezes eu mato todos os inimigos necessários e o jogo simplesmente não avança, me obrigando a sair e reiniciar. Não é algo que acabe com a diversão do jogo – sempre recomeço do começo do encontro atual – mas é um defeito bem irritante, né?

No final das contas, assim como em Dead Island e Dying Light, The Beast é melhor apreciado como um filme B sangrento, com o caos de zumbis monstros gigantes, explosões e pandemônio geral formando um mundo absurdamente exagerado. Correr por aí matando mortos-vivos com um taco de beisebol épico em chamas, pulando sobre prédios e ocasionalmente ativando o modo Beast quando a coisa fica feia é realmente satisfatório, e Dying Light: The Beast é visualmente deslumbrante, com variedade em suas paisagens e personagens. Assim como o próprio Kyle Crane, Dying Light: The Beast é às vezes uma mistura desarmônica, embora consiga se manter no lado certo da coerência – e da diversão – ao longo de toda a experiência.

Techland mandou a cópia de Dying Light: The Beast para a gente testar e dar nosso veredit

E aí, galera! Tá ligado no que vem agora? Descubra como a gente faz nossas

E aí, galera! Vamos

E aí, galera! Estamos falando dos consoles da nova

Bora fazer login e abrir as portas para um mundo

E aí, galera! Com esse lance aqui, você vai ter acesso a comentários, recomenda

Fala, galera! Hoje vamos falar sobre os

Jogando agora | Dying Light: The Beast consegue ser um jogo muito divertido mesmo insistindo repetidamente em ser entediante.

E aí, galera! Bora falar sobre os games que estamos curtindo ultimamente – tem mist

E aí, galera gamer! Hoje vou contar tudo que rolou no evento de abertura

E aí, galera! Sabe o jogo Dying Light? Então, tá rolando um novo game chamado Dying

Ei galera gamer, olha só, esse texto é tipo um aviso de direitos autorais, saca? Ele fala sobre a marca Eurogamer e como a gente não pode sair por aí copiando o conteúdo deles sem permissão, beleza? Então, fica esperto aí, não vai querer ter problemas com a galera dos jogos, né? 😉🎮