Bora mergulhar no mundo de Éalú, um jogo de labirinto em stop-motion que vai te deixar tenso com os medos de um fabricante de bonecos. Ah, e o melhor: já está dispon
Galera, hoje é o lançamento de Éalú, um jogo de quebra-cabeça point-and-click sobre um rato de madeira explorando um labirinto. O visual é incrível – um "verdadeiro jogo de stop-motion", como diz a página do Steam, com cada quadro de animação baseado em fotografias de cenários e objetos físicos. Depois de assistir ao trailer, não é surpresa descobrir que o designer, animador e escritor Ivan Fisher-Owen tem experiência em marionetes e engenhocas. Ele e sua parceira, Dra. Emma Fisher-Owen, comandam a Beyond the Bark, uma empresa teatral inclusiva sediada em Limerick, na Irlanda ("éalú" é uma palavra irlandesa que significa "escape").
Além dos bastidores, Éalú também reflete as preocupações de Ivan Fisher-Owen sobre os efeitos negativos de passar tempo demais online, com metáforas interessantes para as rotinas diárias em redes sociais que eu tentarei não desvendar de forma direta. Incluí Éalú na lista desta semana e Fisher-Owen entrou em contato comigo depois para compartilhar códigos e bater um papo rápido sobre as principais ansiedades do projeto.
Falando de forma mais descontraída, a banda Éalú se inspira nas preocupações de Ivan Fisher-Owen sobre os efeitos negativos de passar muito tempo online, trazendo metáforas interessantes para as rotinas do dia a dia nas redes sociais que eu vou tentar explicar de forma mais suave. Coloquei Éalú na lista desta semana de novidades musicais e Fisher-Owen entrou em contato comigo depois para trocar ideias, compartilhar códigos e falar um pouco sobre as ansiedades que impulsionam o projeto.
Mano, saca só a ideia do jogo Éalú! O criador tava de boa, pensando como que os algoritmos que guiam nossa vida podem ser meio misteriosos, né? Tipo, a gente nem percebe que tá nessa vibe de loops chatos e até prejudiciais. Aí surgiu a ideia do rato no labirinto, representando essa parada toda, e o jogo em si é tipo um reflexo desse brainstorming todo. Curtiu a vibe
As modelagens dos cenários e ambientes artesanais aparentemente fragmentados do jogo refletem de forma calculada a falta de conhecimento de Fisher-Owen sobre o funcionamento real das plataformas digitais. Ao esboçar o conceito de Éalú no papel, ele comenta que todo o labirinto e seus enigmas se tornaram, para ele, uma expressão completa de suas experiências, medos e fascinações ao interagir com aplicativos baseados em algoritmos, como um leigo que não compreende realmente como eles funcionam por baixo dos panos.
Quando estou guiando o mouse de Éalú, sinto-me meio protetor e um pouco exposto ao mesmo tempo. Fisher-Owen descreve o bichinho como sendo, em um nível, "um tablet em branco silencioso, sem nome ou gênero" destinado a inspirar empatia, e em outro, um "espelho" do "mundo interior que intuitivamente queremos proteger quando estamos navegando online".
Então, galera, o labirinto pode parecer simples no início, com seus enigmas e ameaças, mas o Fisher-Owen dá a dica de que os jogadores serão gradualmente pegos de surpresa por ele. À medida que você guia o ratinho pelo labirinto, padrões óbvios surgem, e certos lugares no labirinto revelam claramente sua natureza positiva ou sinistra. O interessante é que aquilo que no início confunde ou assusta o jogador pode se transformar em comportamentos sombrios ou infrutíferos, que eles acabam fazendo o ratinho executar por conta da curiosidade de alcançar um objetivo, mesmo que esse objetivo pareça ser um lugar sombrio.
E aí, galera! É complicado entrar em mais detalhes sem soltar spoilers, mas basicamente você pode reconhecer a linguagem visual desse jogo se já passou um tempo navegando pela internet. Tem vários contadores, como o número de vezes que o mouse morre, que influenciam os espaços do labirinto e podem meio que te deixar na bad com tanto reforço negativo. Loucura, né?
E aí galera, tranquilo? Então, saca só: o jogo Éalú tem um final feliz sim, mas pode ser que você precise de algumas tentativas para alcançá-lo (os desenvolvedores estimam que o jogo dure de 2 a 5 horas). O Fisher-Owen, criador do jogo, comentou que queria que esse mundinho bizarro terminasse com uma vibe otimista, mostrando que dá para curtir as coisas legais da era digital sem perder a conexão com os outros e com a natureza. Ele ainda incentiva os jogadores a interpretarem Éalú de forma diferente, meio que como um "filme mudo" que pode ser entendido de várias maneiras. Curtiram a ideia?
E aí, galera! Então, o jogo Éalú foi criado por uma equipe de quatro pessoas. O Fisher-Owen fez os cenários e animações lá na sua oficina no quintal, e depois o desenvolvedor Benjamin Orr traduziu os 512 vídeos resultantes para o Unity, cuidando também de outros aspectos do design do jogo e da escrita. O JT Paton trabalhou nas ilustrações originais e na arte promocional, enquanto o Will Wood compôs e gravou a trilha sonora. Se você quer saber mais, dá uma conferida lá na página do jogo no Steam. E se você curtir escapar de labirintos e quiser mais cenários e animações feitos à mão, pode dar uma olhada nos labirintos do
E aí,
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