EA’s New Owners: Game Over for BioWare? A Gamer’s Guide to the Potential Studio Sell-offs and IP Sales Ahead

Eita! O ex-executivo de Dragon Age acha que os novos donos da EA podem vender a BioWare e usar outros estúdios para fazer marketing na Arábia Saudita. Mas ele acha que a galera

Tô ligado no ex-produtor executivo de Dragon Age, Mark Darrah, que virou Youtuber e tá trocando histórias internas da BioWare por merch. O cara até lançou uma linha de camisetas, incluindo uma para bebês onde ele ameaça "bombar NFTs" se você não comprar. Um verdadeiro tiozão louco respeitável. Talvez não seja uma boa ideia convidá-lo pro batizado do seu filho. Mas com certeza vale a pena dar uma conferida no novo vídeo dele sobre o que pode rolar com os estúdios de desenvolvimento da EA depois da empresa ser adquirida por 55 bilhões de dólares pelo genro do Donald Trump, o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e os figurões dourados da Silver Lake.

Então, resumindo, o Darrah acha que as equipes dos jogos de esporte da EA, como Madden e EA Sports FC, provavelmente estão de boa sob a nova gestão da EA de propriedade privada. Afinal, esses jogos trazem muita grana para casa, e os novos chefes da EA em Riyadh são fãs de esportes em geral. Ele não está tão confiante em relação aos estúdios agrupados sob a EA Entertainment, especialmente aqueles como a antiga BioWare do Darrah, que podem ter objeções culturais mais pronunciadas à nova administração, baseadas nos tipos de histórias que contam.

E aí, galera gamer! Olha só, o Darrah, que trabalhou na BioWare por 23 anos antes de sair em 2021, soltou umas informações interessantes. Ele deixou claro que não é nenhum expert em finanças nem um guru de investimentos, dizendo que nunca acerta nas previsões de ações, mesmo tentando considerar suas falhas. Mas ele tá dizendo que a EA tá de olho em mudar sua estrutura corporativa há um tempo, com planos de possíveis fusões, tipo com a NBC Universal. E essa aquisição recente pode acelerar essa transformação, já que o pessoal que comprou a EA fez isso com uma grana emprestada, e os juros vão começar a subir rapidinho. E aí, será que vem coisa boa por aí? Vamos ficar de olho nessa novela!

Então, vamos fazer umas contas rápidas aqui, tipo aquelas que a gente faz na pressa num guardanapo, sabe? Darrah deu uma ideia de que a EA talvez tenha que desembolsar um bilhão de dólares por ano só para conseguir pagar suas dívidas. Para vocês terem uma ideia, a EA teve um lucro líquido de $1.273 bilhão no ano que terminou

Bro, se a EA virar privada, vai economizar uma grana cortando aquele "time gigante de contabilidade necessário pra preparar suas finanças pras declarações públicas", mas isso é só a ponta do iceberg, segundo o Darrah. Ele acha que podemos esperar cortes de empregos em toda a organização da EA e até mesmo o fechamento de alguns estúdios. Ou

Quais times podem ser especialmente afetados? Bom, Darrah acha que a EA Sports em geral está "bem segura", principalmente porque eles faturam bastante. Darrah observa que cerca de três quartos da receita da EA em 2024 vieram de projetos de serviços online, e que as séries de futebol e futebol americano da EA contribuíram significativamente para esse faturamento.

Sabe aquela galera da Arábia Saudita que tem um dedinho na EA? Então, eles curtem investir em esportes, talvez pra dar um alívio na dependência do petróleo ou até pra desviar a atenção dos problemas sérios por lá, tipo o tratamento das mulheres e a repressão aos críticos do governo. Sacou a situação?

Pô, é difícil pensar que a aquisição de uma empresa de mídia de $55 bilhões, que é basicamente o que a EA é, não vai influenciar nesse esforço, não vai ser usada de alguma forma para promover seus próprios objetivos políticos em termos de percepção pública do país," comenta Darrah. Um ponto de comparação aqui é a recente colaboração da Ubisoft com o PIF para criar um pacote de DLC Assassin’s Creed: Mirage ambientado no século IX em AlUla – é praticamente um turismo virtual patrocinado pelo governo.

Darrah acredita que os diferentes desenvolvedores e séries reunidos sob a EA Entertainment podem estar em apuros. Apex Legends, pelo menos, é uma fonte consistente de receita. Quanto a Battlefield, "Acho que veremos o que acontece com Battlefield 6". E The Sims? "Potencialmente, não se encaixa bem nos desejos de mensagens dos três grupos envolvidos na aquisição", mas a série ainda gera lucro. Isso deixa os estúdios que ainda não lançaram nada, ou não há muito tempo, ou que lançaram jogos que foram um fracasso.

"Darrah menciona que os grupos que trabalham nos jogos da Marvel e, é claro, na BioWare, provavelmente estarão em uma posição diferente. Se esta for uma jogada de relações públicas do governo saudita tanto quanto financeira, os estúdios com pouca experiência podem acabar sendo influenciados a seguir direções específicas, favorecendo mensagens que os beneficiem ou, no mínimo, evitando mensagens que os prejudiquem."

E aí, galera gamer! Então, imagina só: a parada é que, quando uma empresa já tem um histórico consolidado, principalmente se esse histórico não bate muito com as suas opiniões políticas – tipo a BioWare, saca? – você vai ficar pensando como encaixar essa empresa na sua nova estrutura. É difícil pensar que a BioWare, conhecida por suas mensagens progressistas, de repente mude seu posicionamento só porque é o que o governo deseja. E, mesmo que isso aconteça, é difícil acreditar que a percepção do público sobre um jogo da BioWare não seja terrível. Afinal, é complicado mudar a essência de uma empresa e agradar todo mundo, né?

Então, nesse caso, você precisa decidir se está disposto a deixar para lá ou se acha que eles não se encaixam mais nos objetivos dessa nova organização.

Olha só, na minha experiência trabalhando para empresários mega ricaços que parecem dragões sentados em montanhas de ouro, geralmente eles não se importam se você seguir um caminho mais progressista, desde que isso ajude a aumentar ainda mais a montanha de dinheiro deles. Afinal, a Disney ficou de boa com a grana que faturou com Andor. Sobre o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita, não tenho muita informação, mas acho que eles não vão ligar se a BioWare expressar posições progressistas nos jogos, contanto que a BioWare seja lucrativa o suficiente. Porém, parece que a BioWare não tem sido tão lucrativa assim para a EA, pelo menos sob a administração antiga, então talvez o Darrah esteja certo ao sugerir que os novos donos vão querer vender ou fechar a empresa. Ou vai saber

E aí, galera gamer! Olha só, o Darrah tá falando aí que a EA, famosa produtora de jogos, tá considerando vender alguns estúdios ou propriedades intelectuais. Normalmente a EA não costuma vender essas paradas, porque, né, ninguém quer ver um concorrente lucrando horrores com uma ideia incrível deles. Mas parece que com essa nova negociação, as coisas podem mudar. Agora a prioridade pode ser cortar custos e gerar mais receita pra quitar dívidas e garantir a saúde financeira da empresa. É sempre bom ficar de olho nesses babados do mundo dos games, né?

Imagina só, o cara fala que a EA tem um monte de franquias antigas só juntando poeira. Parece que a nova galera lá não tá muito a fim de ressuscitar essas franquias. Então, uma ideia seria vender tudo isso por $100 milhões, porque esse dinheiro ajudaria a pagar as dívidas. Será que alguém topa comprar? E aí, o que vocês acham desse rolê?

E aí, galera! O papo é o seguinte: segundo o cara, o grupo que comprou a EA pode até tentar vender tudo para uma empresa grande, tipo a Sony. Talvez essa seja a jogada desde o início, saca? Pode ser que a nova estrutura da EA tenha sido pensada justamente para essa ação. Ou então, imagina só: o novo grupo dono escolhe as partes que quer da EA e vende o que sobrar. De qualquer forma, é bem improvável que a EA continue exatamente do jeito que está, ainda mais com uma dívida de $20 bilhões. E aí, o que vocês acham que vai rolar? Comentem aí!

Sabe o que é legal? Darrah aponta que pode haver um lado positivo na aquisição para um estúdio como a BioWare, em um comentário sobre o ritmo de gestão financeira em empresas de capital aberto. Ele argumenta que o ciclo de relatórios trimestrais de lucros de uma empresa pública não faz muito sentido para o desenvolvimento de videogames, porque os projetos de jogos costumam ser um custo contínuo ao longo de anos, seguido por um "boom" de receita.

Sabe por que as empresas adoram projetos de serviços ao vivo com monetização constante? Segundo Darrah, isso não só aumenta os lucros, mas os torna mais previsíveis. Ele menciona que empresas privadas não precisam divulgar seus resultados financeiros, então, se quiserem deixar um estúdio na surdina por 25 anos para explorar uma nova forma radical de desenvolver jogos, elas podem fazer isso de boas. Loucura, né?

Imagina só um futuro brilhante: a EA Sports faturando alto, ajudando a quitar dívidas e investindo em novos projetos, enquanto a EA Entertainment foca em criar games de sucesso para garantir a boa reputação da empresa, sem se preocupar tanto com prazos. É como ter dois times diferentes trabalhando juntos para trazer o melhor dos dois mundos dos jogos!

Mesmo que isso aconteça, Darrah está convencido de que podemos esperar cortes de emprego, possíveis fechamentos de estúdios e até mesmo a venda de mundos inteiros de jogos, à medida que os novos donos da EA tentam arrecadar alguns bilhões para o banco. Darrah parece confiante na viabilidade dessa ideia, já que não menciona a alegação recente de insiders de que os novos donos da EA estão apostando em inteligência artificial generativa como uma medida de corte de custos para pagar a dívida.

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