E aí, galera! Vamos falar sobre Hades 2, o jogo que está fazendo a galera pirar
Em Hades, a gente encontra o Sísifo, que era o fundador e rei de Ephyra, mas agora foi mandado para o submundo e tem que ficar empurrando uma pedra morro acima eternamente porque desafiou a ira de Zeus. Ele é um aliado improvável; um cara animado que parece estar de boa com sua situação permanente, pronto para dar conselhos, presentes e até fazer umas piadas. Sísifo é meio parecido com o Zagreu, no primeiro jogo: sua tarefa pode ser interminável, mas ele consegue encontrar diversão nela – não importa quantas vezes a pedra role morro abaixo, ele arregaça as mangas e encara o desafio de novo com vontade.
E aí, galera! Será que a galera da Supergiant Games quis mesmo transformar o Sísifo em uma versão tão animada desse personagem, criando assim uma metáfora poderosa (ainda que meio óbvia) para o gênero roguelike? Pode até ser! Mas quem será que seria o mascote mítico para o segundo jogo? Será que seria a Aracne, a aranha amante da seda que representa uma história de orgulho excessivo: um aviso para você conhecer e respeitar seus limites? Ou quem sabe seja o Prometeu, o Titã condenado que desafiou os deuses e se tornou o herói da civilização humana, ousando roubar o fogo das Montanhas do Olimpo? A história dele fala sobre os perigos de ultrapassar os limites, de convidar consequências não planejadas, uma fábula socrática sobre, basicamente, saber
E aí, galera! Beleza? Bora falar de Hades 2? Olha, vou te falar que esse jogo me lembra bastante da história do navio de Teseu, saca? Tipo, é como se tudo fosse parecido com o primeiro jogo, mas ao mesmo tempo, tudo é diferente, mano. A Supergiant nunca tinha feito uma sequência antes, então imagina a pressão de seguir um sucesso como o primeiro Hades. Tem muita mitologia, história e habilidade técnica envolvidas, mas de alguma forma, Hades 2 consegue manter a essência do original, trazendo novidades em todos os aspectos. É tipo um quebra-cabeça filosófico, sacou?
E aí, galera gamer! Se você curtiu o jogo original de 2020, vai sacar logo de cara a fórmula desse novo game. Nele, você assume o papel de Melinoë – uma heroína ágil e tagarela com uma ambição única – e precisa enfrentar diversos reinos para encarar o novo vilão, Chronos, o Titã do Tempo. No caminho, você encontrará um elenco de personagens interessantes e inesperados diretamente da mitologia grega. Alguns vão te ajudar com melhorias nos seus poderes ou itens que vão turbinar seu personagem, enquanto outros vão te atrapalhar com chefes difíceis, desafios intensos e outras surpresas interativas que não vou dar spoiler aqui. É diversão garantida nesse game cheio de ação e mitologia!
Até agora, tudo certo, tudo como em Hades. Mas é nos detalhes que Melinoë se destaca de seu irmão impulsivo. Zagreus estava cheio de angústia, era um rebelde adolescente (mais ou menos) que queria sair de casa e controlar seu próprio destino. Ele era impulsivo, direto, muitas vezes sem discrição. Melinoë é quase o oposto completo; uma jovem que teve seu destino traçado, cuja luta nasce de uma necessidade urgente em vez de uma revolta espirituosa. Ela é mais tranquila, e isso transparece em como você joga. Enquanto Zagreus mergulhava de cabeça no combate e cortava seu caminho para a vitória em uma frenética batalha de desgaste, Melinoë é mais ponderada e cerebral.
E aí, galera! Olha só a história da Melinoë: quando era criança, foi acolhida pela Hécate, a bruxa das encruzilhadas. Nossa heroína foi treinada por ela e agora tem poderes parecidos com os do Zagreus, além de ser fortalecida por magias ocultas. Com uma mão espectral que a permite usar magia em um sistema de Tarô que complementa o seu arsenal físico, a Melinoë também consegue canalizar sua mana em ataques Ômega – movimentos que dependem de carga e de recursos medidos, o que te faz pensar muito bem em posicionamento, timing e táticas durante as batalhas. Muito irado, né? A Melinoë tá com tudo!
Mano, eu achei incrível como as mecânicas diferenciadas conseguem caracterizar a Melinoë, né? Tipo, no início eu sofri nos primeiros runs do Hades 2, porque tava acostumado a jogar de Zagreus como um personagem ‘rushdown’. Entra, causa um dano absurdo o mais rápido possível, sai fora. Porque é assim que ele é, saca? No começo, a Melinoë parecia mais frágil – afinal, ela é uma maga – e eu morria mais vezes no Erebo e além do que já morri no Tartarus ou Asfódelo. Mas aí eu aprendi a pensar como a Melinoë: manter a calma, usar minha magia para desacelerar os inimigos, carregar meus ataques e dar cabo dos adversários com estratégia, em vez de sair atacando loucamente. A mana dela recarrega entre os cômodos, e quando você entende isso, percebe o equilíbrio que a Supergiant colocou nesse jogo. Usa teus recursos, vai com calma, presta atenção por onde pisa.
Quando você já dominou as bases do jogo, é hora de se divertir de verdade. A primeira tarefa é descobrir quais bençãos dos Deuses serão essenciais para sua jornada; sua varinha se beneficiará de bônus para ataques especiais, enquanto um machado desbloqueável exigirá melhorias em seu combo básico de ataque. Alguns armamentos – como um crânio vivo que também é secretamente uma bomba gigante – exigem que você preste atenção em suas magias, já que imobilizam os inimigos e os transformam em alvos fáceis enquanto você tem espaço para se movimentar e evitar perigos. Combinar melhorias de armas com poderes divinos, e decidir se você quer incluir um "Hex" (pense em golpes especiais em um jogo de luta) significa que suas decisões rápidas são mais importantes do que nunca, e uma escolha errada pode comprometer todo o seu progresso.
Ei, agora tudo está se encaixando. De repente, estou fazendo boas jogadas, avançando na história e começando a ver mais fios desse grande tapete se unindo. Tem mais coisas para juntar aqui do que em Hades: a sequência expande tanto horizontalmente quanto verticalmente, com praticamente cada NPC tendo sua própria pequena história paralela preciosa, e uma narrativa central muito mais intensa moldando praticamente cada interação que você tem. Desde as tramas e alianças instáveis nascidas no hub Crossroads até as mensagens unilaterais enviadas pelos Deuses lá de cima, a escrita da Supergiant continua sendo de primeira linha. Simplesmente não existem outros roguelikes que façam isso como eles. É épico, no verdadeiro sentido da palavra: tanto uma reinterpretação e recontagem do mito grego quanto uma homenagem. O fato de o estúdio conseguir combinar consistentemente essa escrita com o nível apropriado de direção para o elenco de dublagem é um milagre, francamente. Eu pensei que Hades tinha sido um golpe de sorte, mas Hades 2 prova que estou errado.
Sabe o que me incomoda nos roguelikes – de Enter the Gungeon a Binding of Isaac e tantos outros? É a fadiga da repetição. A tarefa sisífica de empurrar a pedra morro acima é divertida, mas às vezes (talvez depois de um único e azarado quarto em uma corrida que estava indo bem), a empolgação pode diminuir. Geralmente, isso acontece porque você sabe que aquele chefe ou aquele quarto estão te esperando, uns bons 30 minutos adiante. Então, Hades 2 surge com a ideia de dar uma pausa. Em vez de descer para lutar contra Chronos, que tal subir para visitar sua família no Monte Olimpo? Claro, não é tão simples assim – legiões de mortos ficam entre você e seu objetivo – mas ao efetivamente dobrar o tamanho da parte cheia de ação do jogo, a Supergiant resolve duas questões de uma vez só: te dá mais o que fazer e também te permite dar uma respirada.
Parece tão simples, mas esses dois caminhos distintos têm seus próprios chefes, seus próprios inimigos, suas próprias histórias e – em alguns casos – seus próprios benefícios específicos. Minha experiência no jogo até teve personagens insistindo para que eu passasse mais tempo em um local específico, enquanto recompensas de recursos e minha própria dedicação à construção me levaram para outro. É como um ímã para fãs de jogos do estilo roguelike: se a Supergiant elevou a fórmula do gênero ao quadrado em Hades, agora parece elevado ao cubo em Hades 2.
Mano, tô achando que os desafios da Melinoë são mais difíceis do que os do Zagreus, saca? Acho que isso rola porque a nova irmãzinha tem mais opções disponíveis, graças à criação dela, ao tamanho do cenário onde ela pode experimentar e à confiança que a galera da Supergiant tem na gente, jogadores. Tipo, eu tô morrendo menos nesse jogo, porque sei que tenho mais coisas pra fazer no meu tempo livre. E olha, quando minhas partidas são interrompidas, sinto que tô sendo mais recompensado. Sempre tô na vibe de seguir em frente, mesmo que meus primeiros benefícios sejam meio fraquinhos, né
Eita, parece que a família tem um lance todo especial com romances, porque a Melinoë tá quase tão empenhada em construir relacionamentos quanto em derrotar o Chronos. Presentear, conversar e flertar funcionam da mesma forma de sempre – mas agora com aquele toque especial de Hades 2 – e ainda tem umas novas maneiras de interagir com os crushes no Crossroads que a Casa de Hades não tinha espaço pra isso. Você pode cuidar de um jardim (deve ser seu lado Persephone aflorando), recrutar animais familiares que te acompanham nas batalhas, ou treinar com Schelemeus (antes conhecido como Skelly) para dominar as novas armas que desbloqueou. Dá até pra soltar a voz num dueto com Artemis. Ou curtir um barzinho. Ou até mesmo catar o lixo que algum aliado menos cuidadoso deixou cair. Ou simplesmente apreciar a paisagem maravilhosa, ouvir o barulhinho do Hypnos roncando suavemente enquanto balança numa rede.
E aí, galera gamer! Olha só, no jogo Hades 2 tem uma galera de opções de acessibilidade maneiras. Tem legendas, legendas de músicas, opções de diálogos automáticos, configurações de vibração e até mesmo controles de tremedeira de tela em um menu especial de acessibilidade. São suportados 14 idiomas diferentes, show de bola, né?
E o mais legal é que você pode ativar o ‘Modo Deus’ na aba de Jogabilidade, que basicamente te dá uma forcinha extra para aproveitar a história sem morrer tanto. E ainda dá para personalizar assistência
E aí, galera, vamos falar sobre Hades 2! Uma das coisas mais incríveis nos jogos da Supergiant é como a música interage com a experiência. O compositor Darren Korb sempre garante que a parte sonora seja tão importante quanto a visual, não importa se é em Bastion, Pyre, Transistor ou Hades. E em Hades 2 não poderia ser diferente! Além disso, o jogo te envolve de uma forma única, como quando você enfrenta um chefe em uma batalha musical, e derrotar certos inimigos afeta a música, às vezes você acaba lutando só contra o baterista enquanto o baixo e os vocais somem. E que tal lutar a capela? E aquela música incrível que vai ficando mais alta a cada sala que você passa? São detalhes feitos com tanto carinho que tornam a experiência de Hades 2 ainda mais incrível! E pelo que parece, a letra da música pode mudar dependendo das suas ações no jogo. Imagina só o trabalho que deu para desenvolver isso, mas o resultado é simplesmente incrível!
E aí galera, firmeza? Mano, depois de finalizar o jogo e assistir a todos os créditos, agora tô na caça pelo tal ‘final verdadeiro’, e tô sendo surpreendido a cada descoberta que faço escondidinha nos cantinhos de Hades 2. A abordagem visionária da Supergiant para contar histórias e o design roguelike continuam incríveis, mesmo depois do sucesso de Hades: só fortaleceu, saca? O estúdio ainda consegue nos surpreender, mesmo depois de toda a riqueza e profundidade de Hades, e eu continuo de queixo caído com a ambição, os detalhes, a arte, a habilidade técnica e a disposição de deixar os jogadores no comando mesmo depois de mais de 60 horas de jogo. Pode ser bruxaria, pode ser magia. De qualquer jeito, é épico, mano!
A galera da Supergiant mandou uma cópia de Hades 2 para a gente test
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