E aí, galera! O novo jogo de My Hero Academia finalmente vai te permitir viver a fantasia de jogar através dos grandes momentos do anime, mas tô na expectativa por um simulador escolar no estilo Persona. My Hero All’s Justice é legalzinho, mas vamos combinar: o que essa série realmente precisa é de algo no estilo Persona, né?
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E aí, galera! Quem aí curte My Hero Academia? É um mangá/anime super popular que conta a história de um grupo de estudantes com superpoderes que frequentam o ensino médio e treinam para se tornarem heróis. Já Persona, outro queridinho dos gamers, traz uma turma de estudantes com habilidades sobrenaturais que investigam mistérios enquanto vão para a escola. É tipo uma mistura de super-
Galera, tô aqui me perguntando por que a Bandai Namco ainda não lançou um jogo de My Hero Academia que seria sucesso garantido, né? Mas pelo menos o último jogo deles tá chegando perto disso. Quem sabe logo teremos um game que vai bombar nas vendas, né?
E aí, galera! Na Tokyo Game Show da semana passada, tive a oportunidade de jogar cerca de meia hora do My Hero Academia: All’s Justice, que vai ser lançado no Steam em fevereiro do ano que vem. Esse jogo é a sequência de dois games anteriores (One Justice e One Justice 2) que seguiram um caminho comum para adaptações de animes. Eles não são jogos gacha, o que significa que são jogos de luta em arenas 3D, tipo Jump Force, com mecânicas de luta relativamente simples se comparados a jogos como Street Fighter ou Tekken. A diversão está em controlar seus personagens favoritos e trocar porrada, mas não espere muita profundidade além disso. É só divers
Pode até ser divertido, mas não empolga tanto quanto o próximo Marvel Tōkon: Fighting Souls, que promete ser um jogo de luta super técnico recheado de heróis dos quadrinhos. E a galera da Bandai Namco sabe que os jogos de luta de arena têm seus limites.
Mano, a galera curtiu pra caramba os jogos anteriores, mas o que mais ouvimos foi: "Pô, queremos explorar o mundo de My Hero à vontade!" – disse o produtor Aoba Miyazaki. E é por isso que bolamos a Team-up Mission, pra galera se jogar de vez nesse universo!
E aí, galera! Tá ligado no novo modo que saiu em All’s Justice? É praticamente a campanha do jogo, mas agora você pode explorar um mapa 3D gigante controlando o Deku, o protagonista de My Hero, e vários dos seus colegas de classe, cada um com habilidades de movimentação únicas. A Uraraka, que desafia a gravidade, consegue flutuar até o topo dos prédios; o Todoroki, o gato que é quente e frio, desliza pelo chão em uma camada de gelo; e o Ida, o corredor veloz, bom, ele corre pra c
Então, olha só, o Deku joga meio que como o Homem-Aranha, usando seu poder de chicote ("quirk") para balançar entre prédios. O mundo está cheio de personagens de My Hero para conversar e missões para encarar, mas em vez de ser uma história direta do anime, é mais tipo um "campo de treinamento virtual". Ou seja, você basicamente está no Holodeck, mas ei, ainda é um avanço poder jogar como esses heróis em um contexto diferente de uma luta 1v1.
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Aqui a produção lembra mais a campanha do Street Fighter 6 do que o PlayStation Spider-Man, com balões de fala que nem sempre estão totalmente dublados, NPCs parados, iluminação meio sem graça, e por aí vai; não dá aquele "uau, estou realmente no mundo de My Hero Academia" de imersão. Mas pelo menos é um passo na direção certa, assim como o modo "Archive Battle" que você desbloqueia após terminar a campanha, permitindo jogar as maiores lutas da série.
E quando a briga começa, All’s Justice realmente chama a atenção pela sua ação. O combate é cheio de combinações automáticas fáceis que entregam uma sequência de golpes com apenas alguns botões pressionados, e você pode acionar ataques em equipe absolutamente bombásticos com os membros do seu grupo quando entra no estado "Rising" potencializado.
Então, saca só: o Miyazaki explicou que nos jogos anteriores de One Justice, você podia ter uns ajudantes na batalha, mas nunca podia controlá-los permanentemente, sacou? Agora, no All’s Justice, é um verdadeiro lutador 3 contra 3! Você pode trocar de personagem a qualquer momento e a composição do
Quando resta apenas um personagem no seu time, o Ultimate Rising é ativado automaticamente, sendo o mais poderoso," disse ela. "Então, é preciso ser estratégico sobre qual personagem você gostaria de usar o Ultimate Rising. No entanto, existem formas de contornar essa estratégia de salvar o mais forte para o final: o novo herói Monoma pode trocar o personagem que seu oponente está controlando, e é claro que o mesmo pode ser feito com você.
Ei, galera! Olha só, o All’s Justice parece ser um grande avanço em relação aos jogos One Justice, mas eu acho que a Bandai Namco podia se dar melhor colocando um toque de Persona ou até mesmo de Midnight Suns em My Hero. Cara, a empresa já fez um RPG de One Piece no passado – com 100 milhões de cópias vendidas do mangá, com certeza tem público para isso, né?
Ei, galera! O Wes é um veterano cobrindo jogos e hardware há mais de 10 anos, passando por sites de tecnologia como The Wirecutter e Tested antes de se juntar à equipe da PC Gamer em 2014. Ele curte jogar de tudo um pouco, mas adora especialmente falar sobre emulação e games japoneses. O cara é fera n
Quando ele não está obcecado otimizando e re-otimizando uma rede de esteiras em Satisfactory (sério, está virando um problema), ele provavelmente está jogando um Final Fantasy de 20 anos atrás ou algum roguelike ASCII meio obscuro. Com foco em escrever e editar matérias, ele busca por histórias pessoais e detalhes profundos nos cantos do mundo dos jogos de PC e suas comunidades específicas. 50% pizza em volume (massa grossa, para ser específico).
Ei, galera! Antes de comentar, não
Galera, só dá um logout aí e depois faz o login de novo, daí vai aparecer pra você digitar seu
E aí, galera gamer! O PC Gamer faz parte da Future plc, um grupo de mídia internacional e líder em publicações digitais. Dá uma
E aí, galera! Então, tá escrito ali que é da Future Publishing Limited, lá na Inglaterra. Parece que é tudo registrado certinho, hein? Número de registro da empresa lá é
E aí, galera! Antes de
Segura aí